quarta-feira, 7 de março de 2012

Vende-se amor:

Se ainda existe.Comparado ao que se materializa e não eterniza. Julgado e fixado como desamores e irreais telepatias de algo que pode existir dentro de um único ser. Arrastado e contado como se á qualquer momento pudesse explodir e esvair-se no ar, como a falsa alegria de um dia solitário e chuvoso. Destruído e marginalizado para banais fins de semana em que me limito a carícias e serenidade de quem esta querendo demonstrar com estranha sutilidade o que não se pode ver nem pesar, nem se trocar, nem se medir, do que só nós que possuímos meras esperanças de que nem tudo esta perdido alcançamos. De realmente poder sorrir e ter amor ! amor mesmo! para se recomeçar algo que nunca terminou ...

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